Entrei em contato com a escrita da Tatiana Mareto em 2020, esse ano que está sendo tão difícil na vida de todos nós, e agradeço por essa descoberta. Suas histórias ajudaram a aliviar um pouco as preocupações trazidas pela epidemia. Comecei pelo 4o livro, A irmã do conde, um livro sobre encontrar o amor mesmo que não estejamos esperando por ele. O livro seguinte, A donzela e o canalha, que fala sobre redenção, confirmou o que eu já tinha achado no primeiro: Tatiana tem um estilo leve, divertido e, ainda assim, capaz de emocionar. Agora acompanho as emoções do último livro dessa série, no qual a autora, corajosamente, trata, de maneira delicada e sensível, de um tema pouco comum aos romances de época: o amor inter-racial. Com esse último livro ela, definitivamente, entrou para a minha lista de autoras para se ter na estante.

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