A cena:
O membro masculino estava duro e vermelho, brilhando com umidade na ponta. Catherine não teve muito tempo para examiná-lo; a curiosidade a fez se sentar na mesa. Havia pouca luz, mas o órgão era tão impressionante que ela nem precisava de muito para ver cada detalhe.
Percebendo-a interessada, Bram deu um passo para trás e uma ordem.
— Toque.
Ela prendeu a respiração e obedeceu. Suas mãos, trêmulas pelo orgasmo, seguraram a masculinidade tão firme quanto macia e ela não resistiu em passar o dedo pela umidade viscosa que pingava dali. Bram jogou a cabeça para trás e soltou um rugido estrangulado antes de se voltar para ela com outro comando.
— Coloque na boca. Quero que me chupe.
[…]
— Eu não saberia o que fazer.
Ela moveu as mãos para cima e para baixo, esticando o prepúcio e quase fazendo-o desistir do sexo oral. Estava tão consumido pelo desejo por aquela mulher que poderia virá-la de costas, penetrá-la por trás e empurrá-la contra a mesa até que o móvel saísse do lugar.
— Posso ensiná-la.
Com os lábios torcidos e o olhar curioso, ela deslizou da mesa, sentou-se no banco de madeira e levou o nariz até seu pênis. Inspirou profundamente e, em seguida, passou a língua até a base. Bram agarrou os cabelos dela, desfazendo o penteado, para então desistir de apressar o ato.
A ilustração:

