A cena:
— Você quer assumir o controle? — Richard ofereceu.
— Eu não saberia o que fazer.
Ele se sentou no sofá ao lado dela, com as pernas peludas roçando nas suas.
— Monte em mim. Deixe a gravidade trabalhar, deixe seu corpo envolver o meu. Venha.
Ela obedeceu novamente. Passou uma perna por sobre ele e encostou a abertura de sua intimidade na cabeça lustrosa do membro intumescido. Richard a segurou pela cintura e a ajudou a se firmar enquanto se acomodava.
Seus olhos se fecharam. Ele passou a língua pelo pescoço dela, chupou algumas partes sensíveis, e a sensação de alargamento era tão interessante quanto dolorosa. Richard era muito grande. Enorme. Ela já tinha consciência das medidas e ainda estava no meio do caminho quando uma pontada aguda a impediu de prosseguir. Lábios ávidos cobriram os seus enquanto o quadril dele se ergueu. O pênis entrou um pouco mais antes de sair por completo. Outro movimento representou uma estocada mais forte e logo ele estava ainda mais dentro dela. Não era tudo, mas era bastante. Richard se moveu, arrastou-a para o tapete, empurrou-a contra as almofadas e meteu o mais fundo que podia.
De uma só vez.
As estrelas não eram tão brilhantes quanto as que ela viu assim que ele a preencheu por inteiro.
— Oh, meu Deus — Hannah soluçou.
— Vai passar.
— O que?
— A dor.
— Não está doendo. É… é diferente.
— Você não deve estar entendendo como mulheres gostam de fazer isso, não é mesmo?
— Essa é uma dúvida razoável.
— Fica muito bom depois da primeira vez, Hannah. — Ele a beijou na boca. — Fica tão bom que você obterá todo aquele prazer enquanto eu estiver aqui dentro. — A mão dele acariciou-a no clitóris e despertou outro tanto de sensações luminosas. — Agora vou me mexer porque só Deus sabe o quanto eu preciso gozar.
A ilustração:

